Ela o ajuda, deixando-o um pouco mais confortável enquanto se masturba no sofá. Ela brinca com a própria boceta e o observa acariciar sua longa régua. Então, ele enfia o pau na boceta dela, e os bons momentos crescem exponencialmente. Ele enfia sua longa desigualdade dentro dela e faz todos os cálculos com facilidade. Ela adora cada centímetro e o cavalga para cima e para baixo, mostrando todos os valores possíveis que uma variável pode ter. Por fim, ela pega a derivada dele no queixo e fica totalmente satisfeita. Parece que é assim que a matemática deveria ser ensinada, não é?
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